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Futuro da Administração de Condomínios: Como o COVID19 nos encontrou e como seremos pós isolamento?


COMO O “CORONAVÍRUS” NOS ENCONTROU E COMO SEREMOS PÓS ISOLAMENTO - Sugestões: As transformações geradas pelo Coronavírus nos condomínios e administradoras (conteúdo #publipostjornalsindicoprofissional/apoiadores)

Como administradoras, talvez tivéssemos um balcão, cuja prateleiras estivessem cheias de inúmeras ferramentas, novidades... Basta lembrar que, por exemplo, há 11 anos Athos Informática (maior desenvolvedora de serviços digitais para condomínios) desenvolveu a assembleia digital; muito antes, disponibilizávamos em nossos sites 2ª vias de boletos, balancetes, gráficos de análise, acesso a convenção e regulamento interno, dentre tantas outras informações.


Síndicos sabiam que essas ferramentas existiam, mas muitos achavam que se alguém quisesse poderia ver e, na hora de se comunicar optava ou era orientado a enviar uma circular que começava (ou ainda começa com) “na qualidade de síndico ou na qualidade de administradores vimos através da presente, e por determinação do síndico...”, ou seja, uma linguagem totalmente inadequada e usando os meios de comunicação tradicionais.


Condôminos não participavam da assembleia, mas reclamavam das decisões, ou também tinham aqueles que participavam para expor reclamações que podiam terem sido resolvidas há muito tempo, se utilizassem ou conhecessem os canais para tanto.

Por que nossas assembleias não eram (ou não são) atrativas?


Será que não seria porque os Editais não são claros, fazendo com que as assembleias tivessem um tãnananã... aquele fator surpresa que sempre se mostrava desagradável, sabido e defendido apenas por uma pessoa e, portanto, desestimulante para a maioria dos condôminos?


·      Previsões orçamentárias sendo apresentadas apenas no momento, elaboradas apenas com o objetivo de serem aprovadas rapidamente, sem, contudo, levar em conta o planejamento que o Condomínio precisava?

·      Investimentos, obras, câmeras e projetos de segurança, sob o argumento de que o condomínio seria valorizado, sem, contudo, passarem por uma análise de risco ou serem colocadas para discussão e definição de prioridades de todos, de que a Assembleia é Soberana!

·      Qual o fator de inadimplência do Condomínio e não apenas como ela termina dentro do mês?

Como se isso não bastasse, chegou o coronavírus e, junto com os problemas administrativos e de gestão, o isolamento acrescentou uma pitada a mais, pois muitos dos Condôminos começaram a viver a experiência de serem moradores em tempo integral, ou seja, vieram as consequências e efeitos da moradia verticalizada ou horizontal em condomínios.


Qual adulto não foi criança? Que criança não brinca? Quantas mulheres nunca colocaram o sapato no quarto e foram andando até a porta para saírem? Quem nunca derrubou algo no chão?

Sinceramente as questões são mesmo para se perder a cabeça, a paciência e comprar uma briga? Será que não acontece com sua família também e sempre foi compreendido pela família do andar de baixo?


Tudo bem que você seja aquela pessoa legal, compreensiva, e que ajuda o colega “de” e “no” trabalho, mas o escritório era o lugar que buscava o sustento para levar para sua família melhorasse ou, na verdade, era o esconderijo que te ajudava a não enfrentar tudo isso?

Como parte intrínseca dos Condomínios, a legislação, a convenção o regulamento ou as assembleias não foram suficientes para fazer com que suas regras dosassem o bom senso, até porque, as regras não acompanham o nosso desenvolvimento, pois, somos seres inteligentes que crescemos e evoluímos a cada dia numa velocidade muito grande, porém, insuficientes para, até aqui, evoluirmos nos relacionamentos, no uso das ferramentas para facilitar nossas vidas.


Foi com essas situações, com esse cenário que o coronavírus encontrou a vida em condomínio, gestores, administradoras e toda cadeia produtiva do setor.


Como se vê o cenário que os efeitos do isolamento social desnudaram, atingiu todos os níveis e isso tem a ver com as empresas de administração de Condomínio e Síndicos, merecendo nossa análise e reposicionamento profissional.


Se precisou de um vírus, uma pandemia, uma situação nunca antes vista pela maioria da nossa geração, fato é que o futuro precisará de profissionais com capacidade técnica, com conhecimento e experiência para liderarem o processo de aprimoramento, revendo conceitos e fazendo chegar ao destino (Condôminos) os serviços e soluções que Administradoras, Síndicos, gerentes e empresas prestadoras desenvolveram como inovação. Ou seja, tirar da prateleira e fazer a entrega efetiva.


Um caminho inevitável para que aconteça essa “entrega” e esse novo tempo, pós isolamento social, será a melhora da nossa comunicação.


Se não fizermos dela uma verdade em nossas vidas, aplicando-a no dia a dia, como ferramenta para aproximação das pessoas e gestão da coisa comum; se não deixarmos de falar “eu avisei” para o “eu fiz”, apenas teremos ferramentas e produtos numa prateleira digital ou não, mas, não atingiremos o desafio que as pessoas esperam de nós:  que sejamos profissionais que tem a capacidade de fazer acontecer.

Como diz um grande amigo “eu não sei qual é o primeiro problema da humanidade, mas que o segundo é comunicação, eu não tenho dúvida”.

Em 2010, com um grupo de profissionais, elaboramos e participamos do 10º Conferência Internacional da LARES – Latin American Real Estate Society, quando apresentamos o tema “Comunicação e Gestão de Condomínios” indicando que a comunicação e a gestão precisavam estar presente no dia a dia dos Condomínios.

De lá pra cá, vieram os Síndicos profissionais, as Administradoras desenvolveram muitos produtos, digitalizaram-se, mas, pouco se avançou no envolvimento ou na utilização efetiva das ferramentas para os Condôminos.

Esse período que vem, teremos que repensar o modo como nos comunicamos, e, assim, teremos uma nova chance se sermos chamados de profissionais.

Se o vírus fosse nosso chefe, talvez fossemos reprovados. Daqui pra frente, não deverá ser aceito o não fazer, jogar a culpa no outro, e, se não for pra ser assim, pelos menos fica certo de que não estaremos no grupo dos profissionais e isso não nos interessa, tampouco é o que os clientes buscam.


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Marcos Eduardo é Gestor Condominial  da Excellence Gestão - Administração de Condomínios atuante em BARUERI /SÃO PAULO /SP. Conheça mais 

https://web.facebook.com/excellencegestao/

Este conteúdo é publipost Jornal Síndico Profissional 

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